1. Inícios

Existiram dois momentos cruciais no início deste projecto: o momento em que o comecei a idealizar e o momento em que decidi partilhar o processo de forma digital. O primeiro início aconteceu nos primeiros dias de Julho de 2020, quando acabava um processo de criação como intérprete. O encerrar desse processo devolveu-me um novo espaço…

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3. Dança

A tarefa dos bailarinos é encontrar maneiras de fazer a interioridade do corpo, a confusão entre órgãos, sentimentos e afetos, ser plena projeção no espaço, plena exterioridade desde dentro. José Gil Aos cinco anos comecei a aprender a falar com o corpo. Primeiro faz-se sem saber muito bem o que se está a fazer, também…

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4. Literatura

Literatura, como dança, é imaginação. Existe uma relação íntima entre estas duas formas de comunicação: há quem dance porque não tem palavras e quem escreva porque não dança. O corpo ocupa um lugar na literatura. Gonçalo M. Tavares afirma que, para si, escrever é um verbo físico como andar e saltar. Para Maria Teresa Horta…

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5. Audiovisual

Partilhar pesquisas em vídeo é algo que tem despertado o meu interesse; não apenas por uma questão de visibilidade, mas sobretudo como motivação para a concretização de propostas através de um formato artístico acessível e aberto ao público. Em 2019, iniciei o projecto 59s no qual me proponho a compor pequenas frases independentes, gravá-las e…

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6. Fotografia

A fotografia é um meio de questionar o mundo e, ao mesmo tempo, de questionar-se a si mesmo. Fotografar é, na verdade, uma necessidade de solidão atrelada a uma necessidade de não se isolar. Henri Cartier-Bresson in Ver é um todo: Entrevistas e Conversas 1951 – 1998 Em 2010, durante a formação em dança em…

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7. Experiência

A palavra experiência aparece como uma palavra chave que remete para o presente e a acção, mas também para algo que acontece sem que possamos controlar. A experiência tem ainda um carácter subjectivo e transformador que me pressupõe um estado de abertura que me permita ser atravessada por algo. Como performers, é quando nos abrimos…

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8. O olhar dos outros

Agora que se começam a definir os primeiros eixos de EXP. de Ateia, é tempo de debruçar-me no outro, mais concretamente no seu olhar. Olhar não é só ver, é reconhecer: reconhecer o outro e reconhecer-se no outro. Olhar é um exercício de empatia. Todos precisamos deste olhar e a arte não é excepção. A…

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