Fase dispersa

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Fase dispersa apresenta-se como um lugar antropológico: identitário, histórico e relacional, ou um lugar onde confrontar-se consigo mesmo e encontrar o outro. Parte da vontade de trilhar um caminho e contrariar a dispersão. É um último grito pela vida com todas as forças que restam e uma tentativa de tocar o intocável.

No contexto deste projecto entendo por fase dispersa o objecto que está em relação com o corpo e que provoca o movimento. A manipulação de objectos aparece como extensão do próprio corpo e suas inquietações, colocando-o num estado ou qualidade de consciência. A dança aparece como vestígio num corpo enraizado. Até que ponto estas linguagens se complementam ou anulam? Qual o seu potencial e significação?

Concepção e interpretação
Teresa Santos

Música original, olhar externo e operação
Dídac Gilabert

Desenho de luz
Dídac Gilabert e Teresa Santos

Fotografia e vídeo
vintiset.net

Fotografia de cena
Nuno Leites

Produção
Grito imagens

Apresentações
Trengo Festival de Circo do Porto
Mostra Estufa da Companhia Erva Daninha

O vazio do observador
É na escura iluminação de uma ponte fechada para obras, que me dou conta do vazio. Do espaço antes ocupado por ambos os tabuleiros, resta um nada habitado apenas por ar. Onde antes havia um espaço de encosto e encontro, agora existe uma verticalidade que, no seu paralelismo perfeito, afasta qualquer possibilidade de toque e de murmúrios cúmplices. Resta um grito no vazio que se perde na indiferença do ar que apenas separa. Até que alguém a arranje ou a gravidade dite as suas regras, já que, por ela, a ponte nada pode fazer, a não ser esperar.

Teresa Santos