O silêncio ao aproximar-me indica a ausência de água corrente. Quando chego, apercebo-me do tom esverdeado da água. O lavadouro foi inaugurado em Novembro de 1989.
A vegetação de ambos os lados dá-lhe um ar cuidado. Os raios de sol projectam-se em linha recta na água e na parede.
Distraída a fotografar, assusto-me quando, às dez em ponto, um jacto de água irrompe pelo lavadouro dentro, enchendo o tanque durante pelo menos quinze minutos. O movimento da água projecta cáusticas dançantes no tecto e nos jarros.






















