Talvez o lavadouro mais recôndito, quase engolido pela paisagem. É grande e a água corre com força através de diversas entradas e saídas. A vegetação espalha-se um pouco por todo o lavadouro, preenchendo-o de verde. Os reflexos da água são bem visíveis no tecto, conferindo uma aura ao espaço. Há vassouras e um balde suspenso que indicam alguma actividade. Para não calcar o chão molhado, aventuro-me a caminhar em cima da pedra, num jogo de equilíbrio. Quando alcanço o balde, espreito para dentro — está vazio.


















