Na Junta de Freguesia falam-me deste e de mais três lavadouros. Uma funcionária da Junqueira revela-se bem informada, a informação flui com naturalidade, como se estivesse preparada.
Encontro este equipamento na periferia, rodeado por campos, com uma vacaria ao fundo. O espaço envolvente está cuidado, com relva e árvores que enquadram o lugar.
A forma é curiosa, destacando-se um triângulo. Integra uma fonte e o lavadouro, datados de 1966.
No chão, encontro uma caixa de detergente Gama, para água fria, sem esfregar. Em contraste, na pedra de lavar, um relevo pensado para pousar o sabão, vestígio de outros hábitos.















